Os desafios da adoção de comunidades corporativas

Os desafios da adoção de comunidades corporativas – parte 2

Dias atrás, escrevi a primeira parte do texto que discorre sobre “Os desafios da adoção de comunidades corporativas”.

Na primeira postagem, eu escrevi sobre como as estruturas organizacionais das empresas possuem particularidades hierárquicas complexas e sobre como é importante que sua implantação seja capaz de detectar isso a seu favor. Dessa forma escolher a melhor abordagem para o projeto.

Encare a Realidade: Os revolucionários X os Pragmáticos

É a partir disso que o mundo da colaboração corporativa diverge: Os pragmáticos evolutivos e os revolucionários. Eu sou um pragmático que era revolucionário. A maioria da equipe da UI2 pensa assim: Nós não estamos focados em fazer sua empresa se encaixar em nosso software, nós queremos que a nossa ferramenta se integre a sua realidade sócio corporativa para que você tenha uma implantação rápida e simples. Quando nós atingimos esse objetivo,  você consegue atingir o seu resultado prático: sua equipe podendo realizar o seu trabalho melhor e mais rápido.

Foco no trabalho, e a comunidade crescerá

Várias mentes de brilhantes já escreveram sobre o conceito Empresa 2.0 (Enterprise 2.0). Lendo bastante sobre o tema e experimentando diversas implantações do UI2 Beehome,  chego ao seguinte pensamento: Para revolucionar o ambiente de trabalho de uma empresa você deve criar um ambiente que unifica iterações sociais com os processos de sua empresa.

O que está acontecendo no Grupo Parvi é um bom exemplo. A Holding Parvi, olhou para seu complexo processo de unificação do pensamento e distribuição de conteúdos para os seus mais de 5 mil funcionários. Percebeu-se que a holding precisava que os funcionários consumissem os seus conteúdos e colaborassem com ele. Após um longo processo de concorrência, o UI2 Beehome foi adotado. Batizado de “Rede Parvi”, o projeto se valeu de ferramentas já existentes na plataforma para agilizar o trabalho de seus funcionários e estimular, de forma intuitiva, os processos da empresa. Estrategicamente, o projeto da Rede Parvi o tomou as seguintes decisões:

  • Integrou na comunidade o espelho de ponto do funcionário e todos os procedimentos de solicitações e aprovações de abono. Nada mais é feito por papel.
  • Definiu que todas as distribuições de tarefas e chamados de help desk deveriam ser registradas na ferramenta.
  • Definiu a ferramenta de mensagens internas como o meio de mensagem formal
  • Adotou o gestor de documentos da plataforma UI2 Beehome com o repositório central de arquivos.

Com isso, os funcionários passaram a acessar a sua intranet social para demandas de trabalho. Esse fluxo, proporcionou naturalmente, o crescimento no consumo de noticias internas, vídeos, pesquisas de clima, comentários e postagens contínuas na timeline. A wiki, que contem a definição de processos, missão, visão e valores da empresa é regularmente atualizada pelos gestores.

Agora o interessante (aqui os revolucionários devem tomar nota) é que houve um significativo ganho em áreas menos tangíveis – como a criação de ideias, compartilhamento de conhecimentos e conexões sociais APÓS os 8 meses de implantação da plataforma. Isso porque, instintivamente, as pessoas perceberam o valor prático de trabalhar de forma colaborativa e o valor intangível do “senso de pertencimento empresarial”.

Por fim, uma frase do CEO do Grupo Parvi “A Rede Parvi é para idéias; e-mail é para todo o resto.“